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E a jovem donzela bela e inteligente deixava-se viver em angústia e melancolia.
Não conseguia libertar-se do relacionamento moribundo.

Preocupava-se com a dor passageira da separação ao invés de pensar na dor constante da relação retardada que arrastava pra cima e pra baixo, mordendo-lhe dia e noite, com dentinhos fininhos e pontiagudos cravados em seu calcanhar.