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Dominava uma região lá em baixo, logo à esquerda, do tamanho da Bélgica, quase fora do mapa.
Insistia na pose e se esforçava em comandar seu pequeno e desinteressante reino com mão de ferro, em toda a sua malignidade e absoluta malvadeza.
Mas na verdade ninguém o levava muito a sério. Nem os poderes de Mordor nem a Irmandade do Anel.

Os estrangeiros ironicamente se referiam (quando se referiam…) ao seu domínio como a “Terra média com pão e manteiga”.
E seu próprios súditos e vassalos em sardônicas risadinhas mangavam dele pelas suas costas chamando-o de “O Senhor das Pulseiras e Brincos”.