A vontade que dá – Parte 1
Descobriu que não podia relaxar.
Teria que medir as palavras, pensar em cada passo e prestar atenção em cada movimento, pois não sabia como mesmo um simples “dar bom dia” poderia ser interpretado e nem como seria passado à frente.
E aí achou tudo muito cansativo.
Seus amigos não eram assim e não havia sido criado dessa forma.
E aí saiu.
Não queria ficar perto porque não queria ter que ser esperto.
27 Mar 2011 magopaco Default 0 comentários











