magopaco

Auto-análise crítica e aguda

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Curvado

Fez uma cagada tão grande que caiu em seu próprio conceito.

audioverbovisual – Painted Horse

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paintedhorse

“Bang, bang, bang
Get it up baby”

 

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Painted Horse
New Soul Cowboys – 2009 – New Soul Cowboys

Desbravadores do espaço sideral – 01

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Astrobobo

Era véspera do lançamento de sua missão intergaláctica rumo aos cantos mais remotos do universo.

Durante a coletiva de imprensa o repórter robô da gazeta Via Láctea Diária perguntou sobre o que ele achava de descobrir as maravilhas do universo e audaciosamente ir aonde homem nenhum jamais esteve. Ele disse que achava legal, mas que esse negócio de bravamente explorar o universo e tudo mais não fazia muito seu estilo.

Era um sujeito caseiro que gostava de coisas simples.
Preferia ir meio assim, sem chamar muita atenção, devagarzinho.
E se necessário parar no caminho para pedir informações.

Só Dez Por Cento É Mentira – Melhor longa metragem documentário do II Festival Paulínia de Cinema

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Chegada – dia 14/07 – Dia da exibição (várias horas antes da sessão)

paulinia-chegada
Pedro “Pepê” Cezar (diretor-surfista-e-poeta), eu (produtor-diretor-de-arte-e-roquenrôu)
e Marcos Kuzka (músico-trilheiro-e-de-la-plage).

“Só Dez Por Cento É Mentira” foi exibido em uma sessão praticamente lotada, com muitas risadas, exclamações, lágrimas e muitos minutos de aplauso ao seu término.

Dois desejos nossos se mostraram atendidos através de comentários repetidos por várias pessoas que nos abordaram após a sessão:
“- Amanhã vou correndo numa livraria pra comprar um livro do Manoel!”
“- O filme de vocês parece que passa rápido, deixa a gente com gosto de quero mais!”
 
 
Durante – dia 17/07 – Dia da premiação

So10porcento-Premio

Suspense: era a penúltima categoria da noite, antes apenas do prêmio de melhor filme longa metragem. A última chance de premiação…

“Só Dez Por Cento É Mentira” foi premiado como o melhor filme longa metragem documentário.
 
 
Saída – dia 17/07 – Dia da premiação (poucas horas depois da cerimônia)

So10porcento-Premio2
Eu (felizão), Pedro “Pepê” Cezar (felizão) e Marcos Kuzka (felizão).

So10porcento-Premio3
José Bidart (filho-do-Pepê-guitarrista-d’Artagnan-e-amarradão), eu (amarradão), Pedro “Pepê” Cezar (amarradão) e Marcos Kuzka (amarradão).

E com a maior sinceridade, nestes ainda recentes momentos a única coisa que nos vem à cabeça, coração e flor da pele é: muito obrigado!

Em fevereiro o filme será lançado em grande circuito.
 

Rolling Stones

“EM MUITAS PALAVRAS: Poesia ‘popular’ de Manoel de Barros em Só Dez Por Cento É Mentira arranca aplausos em Paulínia.” – Leia mais…

Estado de São Paulo

“Manoel de Barros em poesia visual: Só Dez por Cento É Mentira, exibido em Paulínia, é um belo filme sobre o poeta.” – Leia mais…

Jornal do Brasil

“A grandeza da caligrafia de Manoel de Barros: Documentário de Pedro Cezar sobre o poeta é destaque em Paulínia.” – Leia mais…

O Globo – On Line

“Manoel de Barros no cinema: A arte do poeta sul-matrogrossense Manoel de Barros encantou o Theatro Municipal de Paulínia através do documentário ‘Só Dez Por Cento É Mentira‘, de Pedro Cezar.” – Leia mais…

 
Só Dez Por Cento É Mentira – Site Oficial
Só Dez Por Cento É Mentira – myspace
Só Dez Por Cento É Mentira – YouTube
 

Se acreditasse, diria que a noite de exibição do dia 14 trouxe mais que coincidências, com prêmios para 3 dos 4 filmes exibidos. Além do nosso, “Olhos Azuis” do José Joffily ganhou o melhor filme longa metragem. Joffily e equipe acabaram ficando camaradas e a torcida foi um pelo filme do outro.
Camila Medina, a produtora de “Nesta Data Querida”, curta metragem da Julia Rezende, exibido entre o “Só Dez Por Cento É Mentira” e o “Olhos Azuis”, subiu ao palco para receber o prêmio de melhor curta metragem na escolha do público. Camila é a produtora do nosso próximo filme, o curta metragem (atualmente em pré-produção): Vade Retro

E não bastando, ainda tivemos ainda tivemos uma inigualável, delicada e dedicada atenção de todo o corpo do festival, principalmente na figura do Ivan Melo (sujeito mais low profile e gente boa que já se viu nesse tal desse negócio de cinema). Festival igual nunca vi nem frequentei.
Esperamos estar lá novamente no ano que vem.

Um gato e dois coelhinhos suicidas

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Gato-e-coelhos

- Pacto de morte?! Uma cajadada só?!… Que diabos vocês estão falando?

Gente chata

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Olifante

Apesar de todo seu tamanho, sabedoria e cultura tentava sempre passar despercebido.
Era extremamente comedido e discreto.
Verdadeiramente low-profile.

Observava constragido como era comum as eleitas sumidades e celebridades fazerem tanto estardalhaço apesar do total desprovimento de conteúdo, recursos, ou pelo menos boas intenções*.

Sentia uma grande vergonha alheia pela grande maioria. Não entendia como isso não incomodava muita gente. Tentava deixar para lá, mas não conseguia evitar. A oferta era apoquentadora, mas a demanda o incomodava muito mais.
 
 
*Não levava nem um pouco em consideração esta história do inferno estar cheio de benevolências. Apesar de toda a sua perspicácia e agudeza de espírito, não era um cínico.

Semana – Início

(Palmtop)

palm-clown

Ao contrário da maioria das pessoas da classe trabalhadora ele tinha uma relação bem diferente com o calendário.
Começava a semana lépido, fagueiro e saltitante.
Era um entusiasta da segunda feira.

Seus colegas de escritório não compartilhavam de seu deslumbre pelo primeiro dia útil.
Só falavam com ele lá pelas 12h30 de quarta feira.

audioverbovisual – Free At Last

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avv-freeatlast

“I’m free at last”
 

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Free At Last
Ooh La La – 2008 – Peace & Harmony

Volúpia & sem-vergonhice – 02

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nua-torta-02a

Na rua era uma dama.
Um caso patológico de devassidão e libertinagem na cama.

Tinha múltiplas personalidades e entre quatro paredes ninguém era de ninguém.

Volúpia & sem-vergonhice – 01

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nua-torta-01

Era tão exibicionista que não tinha partes íntimas.
Eram todas públicas.