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Resolveu que ia parar de fumar.
Não por causa do câncer, do bafo de cinzeiro, dos dentes amarelados, da militância facista de ex-fumantes ou por causa das advertências do ministério da saúde.

Tomou a decisão porque uma vez, ao fumar enquanto esperava a namorada, viu seu reflexo numa vidraça e começou a se achar ridículo.

Não viu o mínimo sentido no ato de ficar chupando fumaça pra dentro e assoprando-a pra fora continuamente.