Esoterismo teológico ocultista apócrifo
Eziel era única. Aventavam-se nelas as possibilidades de uma nova casta de anjos, definidas pelas binariedades do feminino/masculino.
Mas ela não gostou quando soube do sumiço deliberado e definitivo de Lilith, a lua negra dos anais celestiais. Ao questionar as divinas ações pela enésima vez derramou a gota que transbordou o cálice sagrado. Como ainda tinha sua existência mantida sob regime de test-drive, suas reincidentes interpelações selaram o seu destino e o de sua possÃvel linhagem.
Anjos do sexo feminino nunca mais.
Tinha que responder muita pergunta. Ela dava muito trabalho pra administrar.
14 Jul 2008 magopaco Local 0 comentários











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