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identidade

Depois de quinze anos de processo rolando na justiça ele venceu a causa com um complexo argumento baseado naquilo que ele costuma chamar de os três pilares humanísticos: identidade, individualidade e cidadania. André ganhou o direito de deixar o nome em branco em sua certidão de nascimento.

Carlos1 muda de nome regularmente e geralmente experimenta-o durante um período de um mês.
Diz que ainda não achou a sua verdadeira representação nominal, mas pelo menos resolveu a parte chata de ter-se que perguntar qual o nome ele está usando no momento.
Agora é só prestar atenção no seu crachá.
 
 
1. No momento em que este paragráfo estava sendo escrito André havia mudado seu nome para Carlos. Ele disse que André não tinha uma “pegada” suficiente para expressar seu eu interior.