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Após o contrato com a gravadora Trident Records, o Esporrosatan iniciou em meados de abril de 1988 a sua primeira tourneé mundial intitulada “Esporro on World”. Paralelamente a ambiciosa passagem por 137 países a banda começou as gravações para o seu aguardado álbum de estréia1.

Infelizmente a banda não chegou a terminar nem a tourneé nem as gravações de seu primeiro álbum. Misteriosamente, durante a passagem de som em um show em Helsink, a banda interrompeu os testes, pediu para ir ao banheiro e nunca mais voltou.

Cartaz original da tournée mundial.

Elocubram-se diversas teorias conspiratórias2, mas nenhuma prova cabal ou informação inquestionável sobre a causa, o modo e o destino da banda foi achada ou confirmada. Todos os registros sonoros das gravações em estúdio também foram dados como desaparecidos. Nenhum integrante do Esporrosatan foi jamais visto novamente. Era o fim de uma era.

 

1. De acordo com alguns registros borrados por respingos de cerveja e conhaque escritos com caneta esferográfica em guardanapos de papel o título do album de estréia seria “Adeus à inocência simbiótica” ou “O renascimento da morte filantrópica”.
2. A teoria mais aceita é a de que a banda foi abduzida por versões femininas deles mesmos vindas de outra dimensão que os levaram em um disco-festa-voador para uma noitada de arromba secular. Especula-se que as versões eram meio baranguinhas, mas muito gente boa e animadonas. O que já tá valendo.